Fazemos Bem

26/10/2017

Opinião. Expectativas para as famílias, deceção para as empresas

António Saraiva. A proposta de Orçamento do Estado para 2018 cria expectativas para as famílias, mas desilude as empresas. O problema está na certeza de não ser possível continuar a distribuir aumentos de rendimentos (alimentando as expectativas das famílias), se estes não forem gerados por acréscimos no valor e no volume dos bens e serviços produzidos pelas empresas.

O Governo beneficia, em 2018, de uma maior margem de manobra orçamental decorrente fundamentalmente de dois fatores: um cenário macroeconómico mais favorável e perspetivas de uma redução significativa dos juros da dívida pública. Note-se, a este respeito, que três quartos da redução do peso do défice orçamental no PIB são provenientes da redução dos juros da dívida pública.

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