Fazemos Bem

02/04/2015

Promover e premiar a excelência

O JN arranca para esta terceira edição do “Fazemos Bem” com “um saber só de experiências feito” que nos levou a procurar inovar, de forma a manter bem viva a mensagem essencial desta iniciativa: mostrar que mesmo em tempo de dificuldades o melhor pode emergir e deve ser enaltecido enquanto exemplo.

Depois de, nas duas edições anteriores, termos mostrado e debatido o que de melhor se faz nos diferentes setores da atividade económica, desta vez quisemos ir um pouco mais longe e entre os diversos casos expostos destacar um deles com um prémio, de forma a aumentar a visibilidade do seu exemplo. Acreditamos como, como nas palavras do vate “que não é prémio vil ser conhecido”.

Sabíamos que não era coisa fácil avaliar um critério tão indefinido e ao mesmo tempo tão real como “fazer bem”. Para o fazer precisávamos de gente independente, capaz e com ligação à economia. Por isso é com orgulho que podemos reunir um júri tão conceituado, onde não podemos deixar de destacar a presença das três universidades do Norte.

Ao longo das próximas semanas os nossos leitores vão poder tomar contacto com empresas que serão notícia pelas melhores razões e não, como tantas vezes nos criticam, só quando há desgraça. Acreditamos que este jornalismo construtivo também tem lugar e pode, pelo exaltar das melhores práticas, servir para ajudar a construir um futuro um bocadinho melhor para todos nós.

Este JN que se quer renovado todos, inscreve na sua matriz esta obrigação de tentar divulgar o “fazer bem” ou, parafraseando o poeta, cantar, espalhando “por toda a parte” se assim nos ajudar “o engenho e arte”.

Por: David Pontes, Subdiretor